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Atitude consciente com o meio ambiente

5 de June de 2018

Meio ambiente são as florestas, os bosques, as matas, apenas, né? ERRADO!

Meio ambiente é absolutamente TUDO. Onde eu vivo, onde você vive, onde todos nós vivemos.

Meio ambiente é tudo aquilo que nos cerca, elementos vivos e não vivos, como a água, o solo, a vegetação, o clima, os animais, os seres humanos, dentre outros.

É, justamente, pensando em preservar o nosso meio ambiente, nossa terra mãe, que surgiu o termo: sustentabilidade.

A sustentabilidade é um termo abrangente, que envolve também o planejamento da educação, economia e cultura para organização de uma sociedade forte, saudável e justa.

No entanto, a sustentabilidade econômica, social e ambiental ainda é um dos grandes desafios da humanidade.

Nessa perspectiva, a Fleurity vem desenvolvendo um trabalho de formiguinha, para preservar o nosso meio ambiente, ou seja, é na mudança de pequenos hábitos que se pode chegar a um grande objetivo!

Mas, como assim?
Se você optar, por exemplo, pelo uso dos coletores menstruais, você acaba reduzindo um total de 99% dos resíduos menstruais. É uma mudança saudável para você e para o ambiente onde vive, não é mesmo?

Sendo assim, os produtos Fleurity são TODOS reutilizáveis, sejam os coletores menstruais, a Magic Fleurity (toalha demaquilante) e o Uriny (condutor urinário), sabe por quê? Porque nos presamos pela sua saúde e bem estar e pela saúde do nosso meio ambiente!

Toda mudança implica algum tipo de reorganização em nossa vida, mas no caso do coletor menstrual, esse hábito tem um impacto muito positivo não apenas em nós, mas também na sociedade e, principalmente, na natureza.

Já imaginou quanto lixo deixamos de produzir? Portanto, é muito importante repensarmos o “jogar fora”, uma vez que não existe um “fora”, pois tudo faz parte do todo.

5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.

aline

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Fazer xixi em pé: mais uma conquista feminina

18 de May de 2018

E aí, meninas?

Como vocês já sabem (esperamos que saibam hehe) a Fleurity lançará o Uriny, um utensílio que permite que as mulheres façam xixi em pé, sem dificuldades. Quando nos contaram sobre a novidade por aqui, todas as gurias da Fleurity ficaram bem animadas e torcíamos para que vocês também curtissem essa ideia. E aí, o que acharam?

O Fleurity Uriny será super útil para você que adora curtir a vida, porém tem receio de usar banheiros públicos, como em baladas, na praia, nas trips, nas estradas, enfim, aquele banheiro que não é o noooosso banheiro de casa, sabe? Além disso, facilita muito para quem está passando por um momento mais delicado, como gestantes, crianças e mulheres em fase pós-operatória.

Higiênico e hipoalérgico – você não precisa mais sentar seu sagrado traseiro em troninhos desconhecidos. Usando Fleurity Uriny, você pode fazer xixi em pé e, melhor ainda, com água e papel, você o deixa limpinho de novo (já te contamos que vem com um saquinho impermeável, especialmente, para guardá-lo de volta na bolsa?). Se você está com medinho por ter várias alergias, não se preocupe, o Uriny é hipoalérgico e mega seguro;

Prático – pendurar a bolsa no pescoço, fazer aquele agachamento dolorido, segurar o trinque da porta com uma mão enquanto se apoia na parede com a outra. Essa cena te lembra de algum momento da sua vida? Então esqueça seu passado obscuro! Com Uriny você precisa, apenas, usar sua excelente mira em direção ao vaso sanitário (o que não será difícil, por ele é flexível e anatômico, também!). Simples, rápido e fácil, menina;

Reutilizável – a Fleurity sempre pensa, não só no seu melhor, mas no melhor para o meio ambiente, também! E, com certeza, um fator importante para um produto sustentável é ser reutilizável, pois não gera excesso de resíduos para o nosso planeta. Seu Uriny foi criado com material próprio para muitos e muitos usos, assim o ambiente e o seu bolso podem ficar tranquilos por um longo tempo.

Nós, da Fleurity, já usamos o Uriny e foi aprovado por unanimidade. Confere o depoimento de todas as gurias:

O uso do Uriny é super fácil, e mesmo assim, acabei usando ele virado na primeira vez, e acabou rolando aquela molhadinha na tampa, mas enfim, acontece. Nas próximas vezes usei ele certinho >com a marca virada para frente< e foi só amor. Ele fica bem firme e não dá meleca nenhuma. Depois do uso passei água e sequei com o papel higiênico. Achei o condutor urinário uma maravilha, para nós mulheres no século 21, que vivemos na correria e nunca sabemos qual é o tipo de banheiro que teremos enfrentar.” – Aline

Minha experiência com o Uriny???
UM SONHO REALIZADO! Quem nunca pensou em fazer xixi de pé, sem respingar tudo?! kkkk
Adeus agachamento de saltão, adeus malabarismos… tô preparada pra fazer xixi em qualquer lugar!
O material dele é bem maleável, ele tem glitterrrrrrrr, vem com uma embalagem mara e impermeável pra guardar eeee… a adaptação foi de primeira, é muito fácil e muito prático!” – Ângela

Uriny facilita DEMAIS a vida! Amo viajar (quem não, né?) e dá um alívio no coração chegar a algum lugar desconhecido na estrada, seja um posto de gasolina, restaurante ou, até mesmo, o banheiro do avião, ônibus ou trem e não precisar sentar no vaso. Liberdade define, gurias!” – Bruna

Quantas vezes eu fui fazer trilha e acampar e não tinha um mísero lugarzinho confortável, diga-se privado, pra urinar? Tinha que achar um lugar beeeeem reservado (atrás de uma moita), sempre alguém cuidando pra ver se não vinha ninguém pra me ver acocada (momentos tensos kkk), imagina sozinha, passava nervoso! Em festivais então, nem se fala… Pavor a banheiro público! Morria de inveja dos meus amigos homens, eles nunca passaram trabalho com isso, né mores?! Só nós sabemos a função que é. Confesso que a primeira vez que testei o Uriny foi esquisito, afinal, nunca tinha tido essa sensação, da onde imaginava que viveria pra fazer xixi em pé? Foi preciso me concentrar, abrir um pouquinho as pernas, flexionar o joelho e deu certo! Ahhhh, como deu, eu ameey! Achei que ia escorrer tudo pelas pernas, mas não, segurei firme e pra mim o Uriny agora é item indispensável nos meus passeios e aventuras, ele vem com saquinho impermeável e é flexível pra guardá-lo!” – Carol

“Minha experiência com o Uriny foi maravilhosa!!! Eu, baladeira de plantão, solucionou minha vida! É muitoooo mais fácil fazer xixi em pé, sem medo de se contagiar nesses banheiros podres de sujo, né?! Bom, eu amei demais, carrego sempre na bolsa, utilizo em todas as ocasiões fora de casa!” – Martina

Aproveitem a novidade e contem para nós como foi a experiência de vocês, ok?

Xoxo,

Blog - Bruna

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Graziele Alves: a mulher que não perdeu a fé na vida

26 de March de 2018

Imagina você acordar às 3h, 4h da manhã e descobrir, pelos noticiários da televisão, que perdeu seu amor da adolescência. Tente pensar que um dia você está feliz, casada, esperando seu marido voltar para casa e saber que, na verdade, ele não vai voltar mais. Se coloque no lugar de uma jovem de 19 anos, que recém descobriu que será mãe pela primeira vez, que viu a felicidade estampada nos olhos do esposo ao saber da notícia e, do nada, terá que viver com a realidade de que ele nunca conhecerá o rosto do filho. Doloroso, não? Pois esta é a vida de Graziele Alves, viúva do jogador Tiaguinho, da Chapecoense.

A história de Grazi e Tiago ganhou repercussão internacional após o dia 28 de novembro de 2016, quando o atleta e outras 70 pessoas, entre jogadores, comissão técnica, jornalistas e tripulação perderam a vida no trágico acidente aéreo envolvendo a equipe da Chapecoense. Dias antes do acidente, Tiago descobria que seria pai pela primeira vez, em uma surpresa realizada por Grazi e gravada pelos companheiros de time. (assiste aqui, é impossível não se contagiar com a felicidade dele).

Os dois se conheceram na escola quando tinham 14 e 16 anos, respectivamente, e o amor só aumentou com o tempo. “Tiago era uma pessoa maravilhosa! As qualidades dele eram demais e eu só tenho orgulho do marido que tive, pois a cada amanhecer ele mostrava o verdadeiro sentido da palavra amor e se hoje me tornei a mulher forte que sou, foi porque ele me ensinou a ser assim”, conta.

Feliz, grávida, casada com o amor da sua vida e acompanhando a melhor fase profissional do esposo, Grazi viu seu conto de fadas transformar-se em pesadelo, literalmente, da madrugada para o dia. A notícia do acidente, as dúvidas, a esperança de que tudo ficaria bem, a confirmação de que Tiago não voltaria para casa e o pensamento de que, talvez, não conseguiria tocar a vida sozinha.

Nesses momentos, como todas sabemos, o apoio da família e dos amigos é fundamental para nos manter em pé. “Sei que muitas mulheres, assim como eu, passam por situações semelhantes. Sei que são momentos em que parece que não vamos aguentar, porque a dor da saudade é forte demais, sufoca. Mas aí paro e penso em todos os momentos bons que eu e meu marido vivemos juntos e quando bate aquela tristeza, lembro de cada detalhe da nossa vida juntos, do quanto fomos felizes e as lágrimas viram um sorriso”, reflete Grazi.

O sorriso maior veio alguns meses depois, quando realizou a ecografia e descobriuunnamed que o bebê seria um menino, que levaria o nome do pai. Tiago, o filho, se tornou sua maior força para realizar todos os desejos e sonhos que, em momentos mais felizes, Grazi e seu pai haviam planejado. Hoje, bebê Tiago tem 8 meses. Oito meses em que ele e sua mãe compartilham descobertas, experiências, sorrisos, momentos de alegrias, fragilidades e aprendem juntos como superar obstáculos que não estavam programados.

Ao ser questionada sobre que conselhos daria para quem passa por situações como a dela, que de alguma forma, de um dia para o outro, veem suas vidas viradas de cabeça para baixo, sozinhas e tristes, Grazi demonstra uma bravura que só quem é ensinado da maneira mais difícil pela vida, em tão pouca idade, é capaz de ter. “Para as mulheres que passam por essa situação, hoje venho desejar fé em Deus, força, muita força, e sempre se lembrar dos momentos felizes que se viveu. Devemos fazer com que eles, lá de cima, de onde estiverem, sintam orgulho da mulher forte guerreira que nos tornamos para fazer nossos filhos felizes”, conclui.

Que sejamos como Graziele Alves, capaz de ver cores quando a vida está cinza e sermos gratas pelo que temos, apesar das perdas dolorosas em nosso caminho. Que haja força, disposição e, principalmente, amor para vencer cada batalha que travarmos.

Blog - Bruna

 

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Poesie-se

21 de March de 2018

O que seria da vida sem a poesia? Sem rimas e sem ritmos?
Sem a leveza das palavras que, despretensiosamente, caem no papel?
E se Leminski de fato tivesse um motivo para escrever?
Ele não nos escreveria. Não nos diria que apenas escreve, sem motivo algum.
Não nos escreveria quando amanhece, nem sobre as estrelas lá do céu.
E se no meio do caminho de Drummond não houvesse uma pedra?
Ele não nos descreveria esse momento. Deixaria passar em branco o acontecimento.
Não nos faria questionar-nos sobre as pedras que enfrentamos todos os dias, sejam elas grandes ou pequenas.
E se Clarice não nos ensinasse a viver em companhia com nossa solidão?
Não saberíamos enfrentar a nós mesmos, nem nos sentiríamos plenos com o nada.
E se Quintana não nos escrevesse?
Certamente, não nos abriria muitas janelas.
Ele permitiu com que respirássemos nesta vida tão abafada, semelhante a uma cela.
Esses são alguns dos poetas que nos deram asas, como os passarinhos de Mário Quintana.
Que permitiram um pouco de delicadeza, neste mundo tão embrutecido.
Neste dia 21 de março, Dia Mundial da Poesia, desejamos que você poeme-se, liminski-se, drummond-se, lispecte-se, e o mundo inteiro quintane-se.

aline

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Duília de Mello, a mulher que vivia com as estrelas

19 de March de 2018

Já pensou se observar o céu e encontrar estrelas, até então, desconhecidas pela humanidade, fosse sua profissão? Pois Duília Fernandes de Mello, astrofísica brasileira, vive essa realidade e, ainda mais, é colaboradora da NASA, agência espacial dos Estados Unidos.

Duília conta que o amor pela ciência começou ainda na infância, por ser uma criança curiosa. Então, após uma visita, com sua mãe, ao observatório do Valongo, no Rio de Janeiro, a menina conheceu diversos astrônomos e se apaixonou, ainda mais, pelos mistérios do universo.

Mas como entrar em um mundo considerado “de menino”, afinal, mesmo em pleno século XXI, a ciência é uma área predominantemente masculina? É preciso encarar o desconhecido. Enfrentar, não só o que se desconhece fora do planeta Terra, mas bater de frente com pessoas que não te acham boa o suficiente, que acham a profissão difícil demais para uma mulher, afinal, se você precisa se dedicar 100% à ciência, como vai cuidar da casa, filhos, casamento, heim? (Haja paciência!).

“Não se intimidem! Pois separar carreiras entre meninos e meninas danifica a sociedade. Precisamos de igualdade em todas as profissões”, aconselha a astrônoma (que é muito bem casada, sociedade), e que, ao longo dos anos viu o número de mulheres talentosas na ciência aumentar (vale lembrar que parar seguir uma carreira tão complexa, é preciso ter gosto pela ciência e pela matemática).

E jeito para a coisa é o que não falta para Duília. Confere o currículo dela: graduada em Astronomia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985); Mestre pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (1988); Mestre pela Universidade do Alabama (1993); Doutora pela Universidade de São Paulo (1995), com pós-doutorado pelo Instituto do Telescópio Espacial Hubble, nos Estados Unidos, e no Cerro Tololo Interamerican Observatory, no Chile. (Segura que tem mais). Além disso, trabalhou no Observatório Espacial Onsala, na Suécia (de 1999 a 2002), é professora titular, vice-reitora e pesquisadora do Instituto de Astrofísica e Ciência da Computação da Universidade Católica de Washington; autora de mais de 100 artigos científicos e dois livros sobre astronomia; e por fim, e não menos importante, colaborada do Goddard Space Flight Center, da NASA.

Mas não para por aí não, porque como falamos anteriormente, astronomia é coisa de mulher talentosa, SIM! Em janeiro de 1997, no Chile, Duília descobriu a supernova 1997-D* (vamos explicar o que é uma supernova, ok?), observando imagens captadas pelo telescópio do Observatório Europeu do Sul, pouco antes de trabalhar para a NASA. Ao analisar estrelas de uma galáxia, ela percebeu que havia uma “intrusa” ali e, movida pela curiosidade, descobriu que se tratava de uma estrela em estágio final que havia explodido há 53 milhões de anos-luz. Ela é responsável, também, pela descoberta das bolhas azuis** (também explicaremos o que é).

Colecionando descobertas, prêmios e conquistas, Duília nos mostra que podemos chegar a qualquer lugar quando acreditamos no nosso próprio potencial, indiferente do que as outras pessoas possam pensar. Que sejamos como ela, vendo o céu, não como limite, mas como uma alavanca para chegar mais longe, ao que ainda não conhecemos.

Notas da Fleurity:
Como apaixonada por astronomia que sou, fiz minhas próprias definições das descobertas da Duília para explicar para vocês:

*Supernova: é a morte (explosão) de uma estrela supergigante (para ter uma noção do tamanho, nosso Sol é considerado uma estrela anã). Essas explosões são tão intensas que, muitas vezes, podem ser vistas da Terra, assim se descobrem as supernovas.

**Bolhas azuis: São aglomerados de estrelas “órfãs”. Ãh? Estrelas órfãs, na astronomia, são estrelas que não fazem parte de nenhuma galáxia, como o Sol, por exemplo, que faz parte da galáxia Via Láctea. Geralmente elas são formadas por colisões de gases.

bruna

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Rafaela Silva: a mulher de ouro

12 de March de 2018

Mulher, negra e nascida na favela. A história de Rafaela Silva representa milhares de brasileiras esquecidas pela mídia, mas que batalham, diariamente, pela conquista de seus sonhos, muitas vezes distantes. Ainda pequena Rafa era conhecida na Cidade de Deus, comunidade do Rio de Janeiro (sim, aquela do emblemático filme do Zé Pequeno) como uma criança indomável e de gênio forte, muito forte.

Numa tentativa desesperada de fazer com que a filha parasse de nocautear as crianças da escola, os pais de Rafaela a inscreveram no projeto social Instituto Reação, onde faria aulas de judô, assim poderia canalizar as energias de maneira saudável. Desde o início a garota mostrou talento para o esporte, surpreendendo os técnicos, que viram nela um diamante a ser lapidado.

Depois de muito treino, disciplina e superações, pois sua família não tinha condições financeiras para bancar as viagens para competições, tornou-se, então, uma atleta da seleção brasileira e começou a participar de diversos torneios internacionais. Mas a vida não costuma ser fácil quando se é mulher, negra e da favela, não é mesmo?

Em 2012, durante a segunda rodada das Olimpíadas de Londres, Rafaela executou um golpe ilegal na judoca húngara Hedvig Karakas e foi eliminada da competição. Naquele momento, todos os acusadores de plantão nas redes sociais se voltaram contra ela. Com apenas 19 anos, teve que lidar com críticas e ofensas machistas e racistas de pessoas que não a conheciam, muito menos entendiam o momento difícil que estava vivendo, após acordar de um sonho olímpico não realizado. Insultada de macaca e vergonha da família, Rafaela pensou, seriamente, em abandonar o judô e sumir dos holofotes, afinal, apanhar no tatame dói menos que ter os sentimentos machucados.

Com o apoio incansável da família e treinadores, além de acompanhamento psicológico para superar o triste episódio, a atleta decidiu continuar no esporte e confiar, novamente, no sonho antigo de conquistar a medalha olímpica, que teria um gostinho especial: ocorreria no Rio de Janeiro, sua casa.

O que era dela estava guardado. Após vencer adversárias dificílimas, Rafaela se viu na final contra Sumiya Dorjsuren, líder do ranking mundial. E foi no dia 8 de agosto de 2016, no seu país, na sua cidade, diante do seu povo, que Rafaela Silva subiu ao pódio e ouviu o hino nacional brasileiro tocar em homenagem a ela, com uma medalha de ouro pendurada em seu pescoço.

De “vergonha da família”, ela passou a primeiro ouro olímpico do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro; de vítima, passou a heroína do esporte brasileiro e inspiração para milhares de meninas que lutam por uma chance em esportes não valorizados em nosso país. Que sejamos como Rafaela Silva, capazes de enfrentar os obstáculos de frente, como lutadoras, mesmo quando os golpes da vida forem doloridos demais.

bruna

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Helley de Abreu: a mulher que salvava anjos

5 de March de 2018

Olá, meninas,

Quais lembranças vocês têm de seus professores? Como era (ou é, para as novinhas) sua convivência com eles? Confesso que aprendi a valorizar, e muito, aqueles tinham sido meus mestres na escola depois de adulta, quando trabalhei como jornalista numa instituição de ensino da minha cidade. Dificilmente, durante a adolescência, com todo aquele batalhão de hormônios que nos acompanham nessa época, conseguimos vê-los como realmente são: pessoas com sentimentos, famílias, sonhos, boletos a pagar e uma paciência invejável.

Ser professor é se doar 100% ao trabalho. Saber que perderá finais de semana para preparar conteúdo, deixar de lado momentos importantes com os filhos e familiares porque aquelas provas não vão se corrigir sozinhas, aprender a lidar com as diferenças de alunos que não compreendem a importâncias de ser diferente. Ser professor é dar sua vida por pessoas que, como eu disse no início, não entendem a noção da importância que eles têm para o seu futuro.

Mas o que é dar a vida? Para alguns professores, como Helley de Abreu Silva Batista, o sentido do termo, infelizmente, foi literal. No dia 5 de outubro de 2017, o Brasil inteiro ficou sabendo como Helley entrou em luta corporal com o vigia que ateou fogo em crianças da creche em que a pedagoga trabalhava, em Minas Gerais. Mesmo com o corpo em chamas, a docente ajudou a tirar alunos da sala de aula, evitando que o número de vítimas fatais fosse muito maior.

Formada em Contabilidade, mas infeliz em meio aos números, Helley rumou para a Pedagogia, pois desde a adolescência adorava ajudar a tia, também professora, com os trabalhos de sala de aula. Estar com crianças ajudou-a, também, a lidar com a morte de um dos seus próprios filhos, aos 4 anos, vítima de um afogamento acidental.

A escola era seu refúgio. As crianças eram sua fonte de energia para seguir em frente depois da perda e aquela quinta-feira de outubro deveria ser só mais um dia de aprendizagens e diversões. Com a proximidade do Dia das Crianças, funcionários da instituição contam que Helley era uma das professoras mais empolgadas com os preparativos e organizações para o divertimento dos pequenos.

Como nossa existência é frágil, não? Em um segundo estamos fazendo planos de vida e no outro lutando por ela. Em sua batalha para defender seus alunos do agressor, Helley teve 90% do corpo queimado na tragédia que vitimou, ainda, outras 12 pessoas, a maioria crianças na faixa dos 4 anos de idade. De acordo com os bombeiros, o número de mortes seria ainda maior se não fosse a atitude heroica de Helley, que não sobreviveu para ver seus alunos crescerem.

Mulheres como ela, certamente, nos fazem pensar até onde chegaríamos pelo próximo, principalmente quando ele não faz parte da sua família ou grupo de amigos? Pelo que queremos ser lembradas? Será que nossas ações contribuem para isso? São questionamentos que nos fazem refletir sobre a importância de amar o que se faz, de rever nossos princípios, de valorizar a nossa vida.

Que sejamos mais como Helley de Abreu Silva Batista, heroínas sem capas e sem máscaras, mas com o superpoder mais raro de todos: o de doar sem esperar nada em troca. De inspirar quem nos rodeia.

Beijos,

bruna

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Meu gato, minha vida

19 de February de 2018

Quem aqui também AMAAAAA os bichanos?

Para quem não sabia, dia 17 de fevereiro foi o dia Mundial do Gato. Essa data foi criada por uma instituição italiana, com o objetivo de ajudar a promover uma campanha contra os maus tratos aos felpudos.

Nada mais justo do que essas bolinhas de pelos terem um dia todinho em sua homenagem, né não?

Eu sou total-real-oficial amante de gatos. A vida inteira eu tive gatinhos, mas nada que se compare ao amor que tenho pelo meu gato “Roque”, que tem quase 5 aninhos. ❤

Ele é o xodozin lá de casa e rapidamente conquistou o carinho de todos.
Para quem acha que felinos são interesseiros e sem sentimentos, saibam que eles podem ser grandes companheiros. O meu gato, por exemplo, é um grude, me persegue por toda a casa, se esfregando nas minhas pernas, haha. Além de trazer vários “presentinhos” como passarinho, barata e grilo.

Aliás, sabem por que essas criaturinhas roçam nos humanos? Eles roçam nossas pernas para mostrar afeto, mas também para marcar o seu território, devido ao odor que as glândulas à volta da sua face libertam. A cauda e as patas também têm o mesmo odor do gato.

Eles também são muitoooo dorminhocos. Em média um gato passa 2/3 do dia dormindo. Isso significa que em 9 anos de vida, apenas está acordado 3 anos. (Na próxima vida, quero ser um gato, haha). O motivo pelo qual os gatinhos dormem mais é devido à hormona de crescimento, que apenas é ativada durante o sono.

Convenhamos, acordados ou dormindo, eles são uns amores! E o mais bacana é que um gato pode viver, em média, até aos 20 anos, o que equivale a cerca de 100 anos humanos. Uau!

Por fim, uma dica muito legal é adotar esses lindinhos, ao invés de comprar. Os meus sempre foram adotados e o amor e gratidão que eles nos transmitem é impagável!

Besitos!

aline

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Valentine’s Day, o dia de todos os amores

14 de February de 2018

Hoje, dia 14 de fevereiro, é comemorado o dia de São Valentim (Valentine’s Day), conhecido como o “Dia dos Namorados” em muuuuitos países (sim, somos diferentões e comemoramos a data em junho, rá!).

Diferentemente da nossa comemoração por aqui, e você já deve ter reparado nos filmes dos Estados Unidos, principalmente, o Valentine’s Day não simboliza, apenas, o amor entre casais apaixonados, mas o amor num total, como amizade, família, etc. É super comum crianças trocarem presentinhos e cartinhas na escola, pessoal enviar um presente fofo para os pais, melhores amigos, enfim, o que importa é demonstrar amor.

Entretanto, você conhece a lenda de São Valentim, que deu origem a toda essa comemoração? Não? Então presta atenção que lá vem uma historinha. 😉

Há centenas de anos, lá pelo século III, havia um imperador romano chamado Claudius II que, no alto do seu poder, decidiu que todos os jovens do reino estariam proibidos de se casarem. O motivo? O imperador acreditava cegamente que os soldados casados, que passavam muito tempo longe de casa nas guerras, teriam mais dificuldade em focar nas batalhas, uma vez que suas mentes estariam longe, pensando nas esposas e nos filhos (convenhamos que pensavam mesmo eram nas sapequices, né, gurias?). Maaaas, caso fossem solteiros, não teriam motivos para pensar em outra coisa que não fosse lutar (atá, sentá lá, Claudius!).

Valentim (Valentine, na gringa), um padre bondoso e rebelde da época, achava essa história toda uma bobagem injusta e continuou casando os jovens em segredo. Certo dia, porém, Claudius descobriu os feitos do padre casamenteiro e o sentenciou à morte. 🙁

Durante o período em que passou preso, Valentim recebeu inúmeras visitas de casais agradecidos e pessoas que o apoiavam, entre elas, a filha cega de um dos guardas da prisão. Os dois, então, se apaixonaram e, pouco antes de ser condenado à forca, no dia 14 de fevereiro, ele deixou-lhe uma carta declarando seu amor. De acordo com a lenda, ao receber a carta, a jovem voltou a enxergar, o que ficou conhecido como o “último milagre de amor de Valentim”.

Fofo e trágico.

Apesar de não comemorarmos a data como em outros países, sempre é bom demonstrar um pouquinho de amor pelas pessoas ao nosso redor, não? ❤

Xoxo

bruna