Saúde

Sabonete íntimo: devo usar todo dia?

4 de abril de 2018

Sensação de ppk limpa, cheirosa, depilada, uma das melhores, né?!

Então, particularmente, gosto de usar sabonete íntimo na hora de lavar a querida, porém saibam que apenas água corrente já é suficiente para deixá-la limpa, porque mais importante que usar produtos específicos é higienizar corretamente a vulva, diferente da vagina (a primeira parte é a externa, e a segunda, a interna).

A limpeza diária deve ser feita com água corrente e sabonete comum/neutro, passando os dedos entre os pequenos e grandes lábios para tirar aquela gordurinha branca, produzida naturalmente. NÃO usar ducha para lavar internamente, pois desequilibra o pH e potencializa infecções.
Os ginecologistas indicam que se usado diariamente o sabonete íntimo, lave apenas a parte externa da vagina com ele, evite passá-lo internamente. Assim você mantém ela limpinha e cheirosa, sem desequilibrar pH e a flora natural.

Dica boa hein, gatas?!

Bjo e upa!

Angela

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Graziele Alves: a mulher que não perdeu a fé na vida

26 de março de 2018

Imagina você acordar às 3h, 4h da manhã e descobrir, pelos noticiários da televisão, que perdeu seu amor da adolescência. Tente pensar que um dia você está feliz, casada, esperando seu marido voltar para casa e saber que, na verdade, ele não vai voltar mais. Se coloque no lugar de uma jovem de 19 anos, que recém descobriu que será mãe pela primeira vez, que viu a felicidade estampada nos olhos do esposo ao saber da notícia e, do nada, terá que viver com a realidade de que ele nunca conhecerá o rosto do filho. Doloroso, não? Pois esta é a vida de Graziele Alves, viúva do jogador Tiaguinho, da Chapecoense.

A história de Grazi e Tiago ganhou repercussão internacional após o dia 28 de novembro de 2016, quando o atleta e outras 70 pessoas, entre jogadores, comissão técnica, jornalistas e tripulação perderam a vida no trágico acidente aéreo envolvendo a equipe da Chapecoense. Dias antes do acidente, Tiago descobria que seria pai pela primeira vez, em uma surpresa realizada por Grazi e gravada pelos companheiros de time. (assiste aqui, é impossível não se contagiar com a felicidade dele).

Os dois se conheceram na escola quando tinham 14 e 16 anos, respectivamente, e o amor só aumentou com o tempo. “Tiago era uma pessoa maravilhosa! As qualidades dele eram demais e eu só tenho orgulho do marido que tive, pois a cada amanhecer ele mostrava o verdadeiro sentido da palavra amor e se hoje me tornei a mulher forte que sou, foi porque ele me ensinou a ser assim”, conta.

Feliz, grávida, casada com o amor da sua vida e acompanhando a melhor fase profissional do esposo, Grazi viu seu conto de fadas transformar-se em pesadelo, literalmente, da madrugada para o dia. A notícia do acidente, as dúvidas, a esperança de que tudo ficaria bem, a confirmação de que Tiago não voltaria para casa e o pensamento de que, talvez, não conseguiria tocar a vida sozinha.

Nesses momentos, como todas sabemos, o apoio da família e dos amigos é fundamental para nos manter em pé. “Sei que muitas mulheres, assim como eu, passam por situações semelhantes. Sei que são momentos em que parece que não vamos aguentar, porque a dor da saudade é forte demais, sufoca. Mas aí paro e penso em todos os momentos bons que eu e meu marido vivemos juntos e quando bate aquela tristeza, lembro de cada detalhe da nossa vida juntos, do quanto fomos felizes e as lágrimas viram um sorriso”, reflete Grazi.

O sorriso maior veio alguns meses depois, quando realizou a ecografia e descobriuunnamed que o bebê seria um menino, que levaria o nome do pai. Tiago, o filho, se tornou sua maior força para realizar todos os desejos e sonhos que, em momentos mais felizes, Grazi e seu pai haviam planejado. Hoje, bebê Tiago tem 8 meses. Oito meses em que ele e sua mãe compartilham descobertas, experiências, sorrisos, momentos de alegrias, fragilidades e aprendem juntos como superar obstáculos que não estavam programados.

Ao ser questionada sobre que conselhos daria para quem passa por situações como a dela, que de alguma forma, de um dia para o outro, veem suas vidas viradas de cabeça para baixo, sozinhas e tristes, Grazi demonstra uma bravura que só quem é ensinado da maneira mais difícil pela vida, em tão pouca idade, é capaz de ter. “Para as mulheres que passam por essa situação, hoje venho desejar fé em Deus, força, muita força, e sempre se lembrar dos momentos felizes que se viveu. Devemos fazer com que eles, lá de cima, de onde estiverem, sintam orgulho da mulher forte guerreira que nos tornamos para fazer nossos filhos felizes”, conclui.

Que sejamos como Graziele Alves, capaz de ver cores quando a vida está cinza e sermos gratas pelo que temos, apesar das perdas dolorosas em nosso caminho. Que haja força, disposição e, principalmente, amor para vencer cada batalha que travarmos.

Blog - Bruna

 

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Poesie-se

21 de março de 2018

O que seria da vida sem a poesia? Sem rimas e sem ritmos?
Sem a leveza das palavras que, despretensiosamente, caem no papel?
E se Leminski de fato tivesse um motivo para escrever?
Ele não nos escreveria. Não nos diria que apenas escreve, sem motivo algum.
Não nos escreveria quando amanhece, nem sobre as estrelas lá do céu.
E se no meio do caminho de Drummond não houvesse uma pedra?
Ele não nos descreveria esse momento. Deixaria passar em branco o acontecimento.
Não nos faria questionar-nos sobre as pedras que enfrentamos todos os dias, sejam elas grandes ou pequenas.
E se Clarice não nos ensinasse a viver em companhia com nossa solidão?
Não saberíamos enfrentar a nós mesmos, nem nos sentiríamos plenos com o nada.
E se Quintana não nos escrevesse?
Certamente, não nos abriria muitas janelas.
Ele permitiu com que respirássemos nesta vida tão abafada, semelhante a uma cela.
Esses são alguns dos poetas que nos deram asas, como os passarinhos de Mário Quintana.
Que permitiram um pouco de delicadeza, neste mundo tão embrutecido.
Neste dia 21 de março, Dia Mundial da Poesia, desejamos que você poeme-se, liminski-se, drummond-se, lispecte-se, e o mundo inteiro quintane-se.

aline

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Duília de Mello, a mulher que vivia com as estrelas

19 de março de 2018

Já pensou se observar o céu e encontrar estrelas, até então, desconhecidas pela humanidade, fosse sua profissão? Pois Duília Fernandes de Mello, astrofísica brasileira, vive essa realidade e, ainda mais, é colaboradora da NASA, agência espacial dos Estados Unidos.

Duília conta que o amor pela ciência começou ainda na infância, por ser uma criança curiosa. Então, após uma visita, com sua mãe, ao observatório do Valongo, no Rio de Janeiro, a menina conheceu diversos astrônomos e se apaixonou, ainda mais, pelos mistérios do universo.

Mas como entrar em um mundo considerado “de menino”, afinal, mesmo em pleno século XXI, a ciência é uma área predominantemente masculina? É preciso encarar o desconhecido. Enfrentar, não só o que se desconhece fora do planeta Terra, mas bater de frente com pessoas que não te acham boa o suficiente, que acham a profissão difícil demais para uma mulher, afinal, se você precisa se dedicar 100% à ciência, como vai cuidar da casa, filhos, casamento, heim? (Haja paciência!).

“Não se intimidem! Pois separar carreiras entre meninos e meninas danifica a sociedade. Precisamos de igualdade em todas as profissões”, aconselha a astrônoma (que é muito bem casada, sociedade), e que, ao longo dos anos viu o número de mulheres talentosas na ciência aumentar (vale lembrar que parar seguir uma carreira tão complexa, é preciso ter gosto pela ciência e pela matemática).

E jeito para a coisa é o que não falta para Duília. Confere o currículo dela: graduada em Astronomia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985); Mestre pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (1988); Mestre pela Universidade do Alabama (1993); Doutora pela Universidade de São Paulo (1995), com pós-doutorado pelo Instituto do Telescópio Espacial Hubble, nos Estados Unidos, e no Cerro Tololo Interamerican Observatory, no Chile. (Segura que tem mais). Além disso, trabalhou no Observatório Espacial Onsala, na Suécia (de 1999 a 2002), é professora titular, vice-reitora e pesquisadora do Instituto de Astrofísica e Ciência da Computação da Universidade Católica de Washington; autora de mais de 100 artigos científicos e dois livros sobre astronomia; e por fim, e não menos importante, colaborada do Goddard Space Flight Center, da NASA.

Mas não para por aí não, porque como falamos anteriormente, astronomia é coisa de mulher talentosa, SIM! Em janeiro de 1997, no Chile, Duília descobriu a supernova 1997-D* (vamos explicar o que é uma supernova, ok?), observando imagens captadas pelo telescópio do Observatório Europeu do Sul, pouco antes de trabalhar para a NASA. Ao analisar estrelas de uma galáxia, ela percebeu que havia uma “intrusa” ali e, movida pela curiosidade, descobriu que se tratava de uma estrela em estágio final que havia explodido há 53 milhões de anos-luz. Ela é responsável, também, pela descoberta das bolhas azuis** (também explicaremos o que é).

Colecionando descobertas, prêmios e conquistas, Duília nos mostra que podemos chegar a qualquer lugar quando acreditamos no nosso próprio potencial, indiferente do que as outras pessoas possam pensar. Que sejamos como ela, vendo o céu, não como limite, mas como uma alavanca para chegar mais longe, ao que ainda não conhecemos.

Notas da Fleurity:
Como apaixonada por astronomia que sou, fiz minhas próprias definições das descobertas da Duília para explicar para vocês:

*Supernova: é a morte (explosão) de uma estrela supergigante (para ter uma noção do tamanho, nosso Sol é considerado uma estrela anã). Essas explosões são tão intensas que, muitas vezes, podem ser vistas da Terra, assim se descobrem as supernovas.

**Bolhas azuis: São aglomerados de estrelas “órfãs”. Ãh? Estrelas órfãs, na astronomia, são estrelas que não fazem parte de nenhuma galáxia, como o Sol, por exemplo, que faz parte da galáxia Via Láctea. Geralmente elas são formadas por colisões de gases.

bruna

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Rafaela Silva: a mulher de ouro

12 de março de 2018

Mulher, negra e nascida na favela. A história de Rafaela Silva representa milhares de brasileiras esquecidas pela mídia, mas que batalham, diariamente, pela conquista de seus sonhos, muitas vezes distantes. Ainda pequena Rafa era conhecida na Cidade de Deus, comunidade do Rio de Janeiro (sim, aquela do emblemático filme do Zé Pequeno) como uma criança indomável e de gênio forte, muito forte.

Numa tentativa desesperada de fazer com que a filha parasse de nocautear as crianças da escola, os pais de Rafaela a inscreveram no projeto social Instituto Reação, onde faria aulas de judô, assim poderia canalizar as energias de maneira saudável. Desde o início a garota mostrou talento para o esporte, surpreendendo os técnicos, que viram nela um diamante a ser lapidado.

Depois de muito treino, disciplina e superações, pois sua família não tinha condições financeiras para bancar as viagens para competições, tornou-se, então, uma atleta da seleção brasileira e começou a participar de diversos torneios internacionais. Mas a vida não costuma ser fácil quando se é mulher, negra e da favela, não é mesmo?

Em 2012, durante a segunda rodada das Olimpíadas de Londres, Rafaela executou um golpe ilegal na judoca húngara Hedvig Karakas e foi eliminada da competição. Naquele momento, todos os acusadores de plantão nas redes sociais se voltaram contra ela. Com apenas 19 anos, teve que lidar com críticas e ofensas machistas e racistas de pessoas que não a conheciam, muito menos entendiam o momento difícil que estava vivendo, após acordar de um sonho olímpico não realizado. Insultada de macaca e vergonha da família, Rafaela pensou, seriamente, em abandonar o judô e sumir dos holofotes, afinal, apanhar no tatame dói menos que ter os sentimentos machucados.

Com o apoio incansável da família e treinadores, além de acompanhamento psicológico para superar o triste episódio, a atleta decidiu continuar no esporte e confiar, novamente, no sonho antigo de conquistar a medalha olímpica, que teria um gostinho especial: ocorreria no Rio de Janeiro, sua casa.

O que era dela estava guardado. Após vencer adversárias dificílimas, Rafaela se viu na final contra Sumiya Dorjsuren, líder do ranking mundial. E foi no dia 8 de agosto de 2016, no seu país, na sua cidade, diante do seu povo, que Rafaela Silva subiu ao pódio e ouviu o hino nacional brasileiro tocar em homenagem a ela, com uma medalha de ouro pendurada em seu pescoço.

De “vergonha da família”, ela passou a primeiro ouro olímpico do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro; de vítima, passou a heroína do esporte brasileiro e inspiração para milhares de meninas que lutam por uma chance em esportes não valorizados em nosso país. Que sejamos como Rafaela Silva, capazes de enfrentar os obstáculos de frente, como lutadoras, mesmo quando os golpes da vida forem doloridos demais.

bruna

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Helley de Abreu: a mulher que salvava anjos

5 de março de 2018

Olá, meninas,

Quais lembranças vocês têm de seus professores? Como era (ou é, para as novinhas) sua convivência com eles? Confesso que aprendi a valorizar, e muito, aqueles tinham sido meus mestres na escola depois de adulta, quando trabalhei como jornalista numa instituição de ensino da minha cidade. Dificilmente, durante a adolescência, com todo aquele batalhão de hormônios que nos acompanham nessa época, conseguimos vê-los como realmente são: pessoas com sentimentos, famílias, sonhos, boletos a pagar e uma paciência invejável.

Ser professor é se doar 100% ao trabalho. Saber que perderá finais de semana para preparar conteúdo, deixar de lado momentos importantes com os filhos e familiares porque aquelas provas não vão se corrigir sozinhas, aprender a lidar com as diferenças de alunos que não compreendem a importâncias de ser diferente. Ser professor é dar sua vida por pessoas que, como eu disse no início, não entendem a noção da importância que eles têm para o seu futuro.

Mas o que é dar a vida? Para alguns professores, como Helley de Abreu Silva Batista, o sentido do termo, infelizmente, foi literal. No dia 5 de outubro de 2017, o Brasil inteiro ficou sabendo como Helley entrou em luta corporal com o vigia que ateou fogo em crianças da creche em que a pedagoga trabalhava, em Minas Gerais. Mesmo com o corpo em chamas, a docente ajudou a tirar alunos da sala de aula, evitando que o número de vítimas fatais fosse muito maior.

Formada em Contabilidade, mas infeliz em meio aos números, Helley rumou para a Pedagogia, pois desde a adolescência adorava ajudar a tia, também professora, com os trabalhos de sala de aula. Estar com crianças ajudou-a, também, a lidar com a morte de um dos seus próprios filhos, aos 4 anos, vítima de um afogamento acidental.

A escola era seu refúgio. As crianças eram sua fonte de energia para seguir em frente depois da perda e aquela quinta-feira de outubro deveria ser só mais um dia de aprendizagens e diversões. Com a proximidade do Dia das Crianças, funcionários da instituição contam que Helley era uma das professoras mais empolgadas com os preparativos e organizações para o divertimento dos pequenos.

Como nossa existência é frágil, não? Em um segundo estamos fazendo planos de vida e no outro lutando por ela. Em sua batalha para defender seus alunos do agressor, Helley teve 90% do corpo queimado na tragédia que vitimou, ainda, outras 12 pessoas, a maioria crianças na faixa dos 4 anos de idade. De acordo com os bombeiros, o número de mortes seria ainda maior se não fosse a atitude heroica de Helley, que não sobreviveu para ver seus alunos crescerem.

Mulheres como ela, certamente, nos fazem pensar até onde chegaríamos pelo próximo, principalmente quando ele não faz parte da sua família ou grupo de amigos? Pelo que queremos ser lembradas? Será que nossas ações contribuem para isso? São questionamentos que nos fazem refletir sobre a importância de amar o que se faz, de rever nossos princípios, de valorizar a nossa vida.

Que sejamos mais como Helley de Abreu Silva Batista, heroínas sem capas e sem máscaras, mas com o superpoder mais raro de todos: o de doar sem esperar nada em troca. De inspirar quem nos rodeia.

Beijos,

bruna

Saúde

Mantenha a postura, literalmente

2 de março de 2018

Este ano eu completo 30 anos, com o rostinho de 20, mas a coluna de 80, hahaha. Sim, tenho uma leve “corcundinha” por manter uma postura errada. Por esse motivo, comecei a sentir dores musculares e tensão na região dos ombros.

Para aliviar as dores, comecei a fazer quiropraxia e o quiropraxista me explicou quepilates os exercícios para fortalecer a região das costas são fundamentais, pois são esses músculos que garantem a sustentação da nossa coluna. Os exercícios mais indicados são natação e pilates. Além disso, ele me ensinou a fazer um pequeno exercício, que pode ser feito 3 vezes ao dia, para melhorar a postura e também me mostrou a forma correta de levantar da cama (deitar de lado e levantar de lado mesmo para não forçar a coluna). Isso mesmo, coisinhas banais do nosso dia-a-dia podem influenciar, e muito, na saúde da nossa coluna. Além dessas dicas, ele me indicou um gel milagroso-mega-power de arnica, para usar no local da dor, pois ele estimula a circulação sanguínea.

Uma boa postura influencia também em vários outros fatores, como por exemplo: sinal de confiança e boa aparência. Também melhora a nossa respiração. Reduz o estresse e aumenta a produtividade, entre outros.

Por isso, é muito importante tentar manter a coluna retinha, principalmente se usamos o computador durante várias horas por dia. É um grande investimento a longo prazo e a coluna te agradecerá muito no futuro!

Besitos!

aline

Saúde

Os benefícios do alecrim no seu organismo

21 de fevereiro de 2018

Buenas!!!!!

Hoje vamos de cabelos! ❤

Vou trazer alguns benefícios do chá de alecrim para os cabelos! Sim, além de ser ótimo para a saúde, alguns chás ajudam a prevenir a queda de cabelo e ao crescimento mais forte!

Chá de Alecrim: o alecrim é uma erva cicatrizante e que dilata os vasos, além de ser rica em minerais e vitaminas. Essas características em forma de chá estimulam o crescimento das madeixas.

Pra usar é bem fácil! Basta ferver de 2 a 3 colheres de alecrim em 3 xícaras de água, deixe descansar por 1h, pelo menos, e coe. Depois de lavar os cabelos normalmente com o seu shampoo e condicionador, use o chá e não enxague. PRONTO! 😉 O bom é fazer sempre que lavar os cabelos.

Além de ser ótimo para o crescimento dos fios, o alecrim, conhecido também como erva da alegria, tem benefícios maravilhosos para nós mulheres. Te liga:

*Reduz gases intestinais:
Doses diárias do chá ou da tintura de alecrim são indicados para a redução de gases intestinais, responsáveis pelo incômodo de muitas pessoas.

* Combate o estresse:
Conhecido por relaxar os nervos e acalmar os músculos, o alecrim aumenta o fluxo sanguíneo estimulando o cérebro e a memória. Por conter ácido carnósico, um ácido com propriedades antioxidantes essencial para o sistema nervoso, ajuda a lidar com situações de stress. Muito indicado para situações de estafa mental.

*É diurético e ajuda na digestão:
O alecrim é rico em minerais, como potássio, cálcio, sódio, magnésio e fósforo. A ingestão dessas vitaminas e minerais favorece a perda de peso por ter ação diurética. O chá do alecrim é digestivo e sudorífero, o que faz aliviar os sintomas da má digestão. Além disso, auxilia na limpeza do fígado.

*Auxilia na menstruação:
O chá do alecrim facilita a menstruação e alivia as cólicas menstruais.

Legal né? Nem eu sabia que essa ervinha teria tantos benefícios, além de ser deliciosa na comida, também! Vou começar a introduzir mais alegria na minha vida hehe.

Beijos.

Marti

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Meu gato, minha vida

19 de fevereiro de 2018

Quem aqui também AMAAAAA os bichanos?

Para quem não sabia, dia 17 de fevereiro foi o dia Mundial do Gato. Essa data foi criada por uma instituição italiana, com o objetivo de ajudar a promover uma campanha contra os maus tratos aos felpudos.

Nada mais justo do que essas bolinhas de pelos terem um dia todinho em sua homenagem, né não?

Eu sou total-real-oficial amante de gatos. A vida inteira eu tive gatinhos, mas nada que se compare ao amor que tenho pelo meu gato “Roque”, que tem quase 5 aninhos. ❤

Ele é o xodozin lá de casa e rapidamente conquistou o carinho de todos.
Para quem acha que felinos são interesseiros e sem sentimentos, saibam que eles podem ser grandes companheiros. O meu gato, por exemplo, é um grude, me persegue por toda a casa, se esfregando nas minhas pernas, haha. Além de trazer vários “presentinhos” como passarinho, barata e grilo.

Aliás, sabem por que essas criaturinhas roçam nos humanos? Eles roçam nossas pernas para mostrar afeto, mas também para marcar o seu território, devido ao odor que as glândulas à volta da sua face libertam. A cauda e as patas também têm o mesmo odor do gato.

Eles também são muitoooo dorminhocos. Em média um gato passa 2/3 do dia dormindo. Isso significa que em 9 anos de vida, apenas está acordado 3 anos. (Na próxima vida, quero ser um gato, haha). O motivo pelo qual os gatinhos dormem mais é devido à hormona de crescimento, que apenas é ativada durante o sono.

Convenhamos, acordados ou dormindo, eles são uns amores! E o mais bacana é que um gato pode viver, em média, até aos 20 anos, o que equivale a cerca de 100 anos humanos. Uau!

Por fim, uma dica muito legal é adotar esses lindinhos, ao invés de comprar. Os meus sempre foram adotados e o amor e gratidão que eles nos transmitem é impagável!

Besitos!

aline

Saúde

Dormir sem calcinha, aquela liberdade saudável

15 de fevereiro de 2018

Não é uma obrigação, mas favorece muito a saúde da nossa amada vagina, pepéca, periquita, como queiram chamar.

Se a região ficar muito abafada, tende a ocorrer um acúmulo de secreções, o que desequilibra a flora vaginal, além da falta de arejamento favorecer a proliferação de bactérias, que não toleram oxigênio, justamente as responsáveis por boa parte dos problemas que acometem o sexo feminino na sua intimidade.

Então, dormir livre, leve e solta na parte lá de baixo faz muiiiito bem. Mas calma, pra quem não quiser ou não se sentir bem de dormir assim, temos dicas também: vale usar uma calcinha mais arejada e menos apertada, ou um pijama bem largo e soltinho, assim tem mais ventilação e ajuda, também.

Beijoss

Angela

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